eu me perco em conceitos .
muitas vezes vejo me criança, mas eis me Rayane...
sou muito mais corajosa que a criança-menina,
outras muito mais fraca que a mulher-criança.
esqueço de mim,
se sou para os outros o que esperava ser,
sem ao menos saber o que realmente sou.
criança madura.
mulher infantil.
no quarto, escrevo estórias a giz,
nas paredes, com os dedos dos pés
e dou por mim a rir
como se me fizessem cócegas na alma dolorida.
invento palavras que até me esqueço
da esperança, sabe-se lá de onde....
cada canto lá em casa,
conta um pedaço da minha vida.
mas nenhum, ou todos eles, sei lá...
revelam que também eu já fui menina
com sonhos e mágoas.
para que serve o amontoado
de livros que as estantes carregam?
talvez para me lembrar que existo.
mas é certo que vivem.
comigo.
porque a vida não é construída
diariamente só de boas coisas,
bons pensamentos e bons sentimentos.
muitas vezes vejo me criança, mas eis me Rayane...
sou muito mais corajosa que a criança-menina,
outras muito mais fraca que a mulher-criança.
esqueço de mim,
se sou para os outros o que esperava ser,
sem ao menos saber o que realmente sou.
criança madura.
mulher infantil.
no quarto, escrevo estórias a giz,
nas paredes, com os dedos dos pés
e dou por mim a rir
como se me fizessem cócegas na alma dolorida.
invento palavras que até me esqueço
da esperança, sabe-se lá de onde....
cada canto lá em casa,
conta um pedaço da minha vida.
mas nenhum, ou todos eles, sei lá...
revelam que também eu já fui menina
com sonhos e mágoas.
para que serve o amontoado
de livros que as estantes carregam?
talvez para me lembrar que existo.
mas é certo que vivem.
comigo.
porque a vida não é construída
diariamente só de boas coisas,
bons pensamentos e bons sentimentos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário